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8 de Maio de 2015, 11:23 , por Desconhecido -

CIL - Central de Interpretação de Libras: inclusão e participação

9 de Junho de 2017, 20:37, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Marca da Central de Interpretação de LibrasReduzir barreiras de comunicação e promover cidadania às pessoas surdas
são os principais objetivos da Central de Interpretação de Libras do Governo do Maranhão.

 

A Central de Interpretação de Libras (CIL) oferece serviço gratuito de intérprete para mediar a comunicação entre a pessoa surda e o agente público, nos casos que necessite utilizar algum serviço público.

 

 Conheça os atendimentos que são priorizados:

  • marcação de consultas médicas;
  • solicitação de emissão de documentos pessoais (CPF, carteira de identidade, carteira de trabalho, passaporte etc.);
  • cadastramento nos programas sociais governamentais;
  • consulta de situação de benefícios;
  • auxílio na consulta de benefícios ao trabalhador (FGTS, Seguro-Desemprego, vagas de emprego no SINE etc);
  • apoio à realização de denúncias no Disque 100 e demais canais de denúncia.

O serviço da CIL não deve ser solicitado para atendimentos privados e de cunho exclusivamente pessoal, Serviço de Atendimento a Cliente de empresas privadas, eventos organizados pela iniciativa privada e terceiros e outros serviços afins.

Para solicitar o serviço, deve-se entrar em contato de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, pelos contatos abaixo: 

Endereço: Av. Jerônimo de Albuquerque, 1º andar, Ed. Clodomir Milet – Calhau.
Telefone: (98) 99164-2445
Skype: centraldelibrasma.gov
E-mail: centraldelibrasma.gov@gmail.com; centraldelibrasma.gov@outlook.com 

A Central de Interpretação de Libras (CIL) é uma ação do Plano Nacional Viver sem Limites, pactuação entre o Governo do Maranhão com a então Secretaria de Estado de Direitos Humanos da Presidência da República, agora Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério da Justiça e Cidadania.



CIL - Central de Interpretação de Libras: inclusão e participação

17 de Junho de 2016, 0:00, por Karla Miranda - 0sem comentários ainda

Marca da Central de Interpretação de LibrasReduzir barreiras de comunicação e promover cidadania às pessoas surdas
são os principais objetivos da Central de Interpretação de Libras do Governo do Maranhão.

 

A Central de Interpretação de Libras (CIL) oferece serviço gratuito de intérprete para mediar a comunicação entre a pessoa surda e o agente público, nos casos que necessite utilizar algum serviço público.

 

 Conheça os atendimentos que são priorizados:

  • marcação de consultas médicas;
  • solicitação de emissão de documentos pessoais (CPF, carteira de identidade, carteira de trabalho, passaporte etc.);
  • cadastramento nos programas sociais governamentais;
  • consulta de situação de benefícios;
  • auxílio na consulta de benefícios ao trabalhador (FGTS, Seguro-Desemprego, vagas de emprego no SINE etc);
  • apoio à realização de denúncias no Disque 100 e demais canais de denúncia.

O serviço da CIL não deve ser solicitado para atendimentos privados e de cunho exclusivamente pessoal, Serviço de Atendimento a Cliente de empresas privadas, eventos organizados pela iniciativa privada e terceiros e outros serviços afins.

Para solicitar o serviço, deve-se entrar em contato de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, pelos contatos abaixo: 

Endereço: Av. Jerônimo de Albuquerque, 1º andar, Ed. Clodomir Milet – Calhau.
Telefone: (98) 99164-2445
Skype: centraldelibrasma.gov
E-mail: centraldelibrasma.gov@gmail.com; centraldelibrasma.gov@outlook.com 

A Central de Interpretação de Libras (CIL) é uma ação do Plano Nacional Viver sem Limites, pactuação entre o Governo do Maranhão com a então Secretaria de Estado de Direitos Humanos da Presidência da República, agora Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério da Justiça e Cidadania.



O desafio na implementação das políticas da pessoa com deficiência: entrevista com Dylson Bessa Junior

6 de Dezembro de 2015, 0:00, por Elen Barbosa Mateus - 0sem comentários ainda

No período de 09 a 11 de dezembro acontecerá em São Luís a IV Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Maranhão, na Orienta Consultoria (Rua das Laranjeiras, nº 03, Qd. 57, Jardim Renascença). Cerca de 350 pessoas, entre delegados e delegadas, observadores e convidados(as) de todo o estado debaterão o tema “O desafio na implementação das políticas da pessoa com deficiência: a transversalidade como a radicalidade dos direitos humanos”.

 Para contextualizar o público sobre a situação da política da pessoa com deficiência no Brasil e no Maranhão, o Participa MA conversou com o presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência e coordenador da Comissão Organizadora da IV Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dylson Ramos Bessa Junior.

 Durante a entrevista, Dylson explicou que a IV Conferência Estadual não trabalhará com propostas, mas com diretrizes e linhas de ação. Serão 15 diretrizes e para cada diretriz poderão sair até três linhas de ação. O objetivo é fornecer elementos para o gestor “desenvolver uma série de políticas, porque ele vai ter ali diretrizes, linhas de ação e vai ter mais facilidade de acompanhar as políticas”.

Além de conferências municipais, foram realizados fóruns e encontros por todo o estado como etapas preparatórias para a IV Conferência Estadual.

 

Conselhos municipais no Maranhão

14

Conferências realizadas

14

Fóruns realizados

06

Encontros realizados

03

* FONTE: Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência

 

O entrevistado também abordou a dificuldade de compreensão e a falta de informação que a maioria das pessoas têm sobre as especificidades da política da pessoa com deficiência. Um exemplo disso é a questão da acessibilidade. “Uma coisa é tornar acessível e outra coisa é tornar adaptado; o que é acessível, ele é acessível desde a concepção, aí o que está já pronto nunca vai ser acessível, ele vai ser adaptado; e quando ele é adaptado geralmente ele não contempla tudo”, afirmou Dylson.

 Acompanhe a íntegra desta entrevista clicando nos três tópicos destacados abaixo. Cada tópico organiza as perguntas e respostas referentes a cada tema abordado.

 

A IV Conferência | A Política da Pessoa com Deficiência | Situação do Maranhão



23,9% da população brasileira têm deficiência

1 de Novembro de 2015, 0:00, por Karla Miranda - 0sem comentários ainda

As pessoas com deficiência possuem os mesmos direitos que as pessoas sem deficiência. Contudo, no último Censo Demográfico realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), verificamos que alguns indicadores sociais vinculados às pessoas com deficiência ainda estão muito abaixo da média nacional.

Nesta edição, veja alguns dados do Censo 2010 e aproveite a realização das conferências para propor melhorias e m  udanças para as políticas públicas.

A deficiência atinge pessoas de todas as idades, todas as raças, todas as classes e de todos os gêneros.

 

Pcd_ibge_censo2010

Em dez anos (2000 a 2010), houve um crescimento no número de pessoas com deficiências no Brasil. Atualmente, é a deficiência visual a mais recorrente e verificada em todas as faixas etárias. Veja, abaixo, o quadro.

 

Principal deficiência relatada

Crescimento na década – 2000 a 2010

0 a 14 anos

1º lugar _ Deficiência Visual

2º lugar _ Deficiência Auditiva

3,2%

15 a 64 anos

1º lugar _ Deficiência Visual

2º lugar _ Deficiência Motora

9,3%

Acima de 65 anos

1º lugar _ Deficiência Visual

2º lugar _ Deficiência Motora

13,7

O Nordeste brasileiro é a região que mais concentra pessoas com deficiências, seguido do Sudeste. Veja o percentual de pessoas com pelo menos 01 deficiência relatada.

 

Pessoas com pelo menos 01 deficiência

Nordeste

26,3%

Sudeste

23,03%

Sul

22,5%

Centro Oeste

22,51%

 

Em 2010, 61,1% das pessoas com deficiências ainda estavam sem instrução e/ou possuem apenas o fundamental incompleto e 23,7 milhões não tinham nenhuma ocupação (trabalho).

No Maranhão, 1.641.404 pessoas apresentam pelo menos 01 deficiência, correspondendo a 24,97% da população.

Você encontra outros dados do censo acessando a “Cartilha do Censo 2010 – Pessoas com Deficiência”, elaborada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, disponível aqui.



CONFERÊNCIAS: CONTROLE SOCIAL NA EXECUÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS

24 de Outubro de 2015, 0:00, por Edu Aguiar - 0sem comentários ainda

Para que você fique informado sobre o processo de organização e as formas de participação nas Conferências, acompanhe os vários conteúdos relacionados a esse importante processo participativo.

 

>> Por que as Conferências são realizadas?

As Conferências são instâncias de participação do eixo Controle Social que têm a finalidade de reunir representantes de segmentos sociais e do poder público para discussão e avaliação da execução de determinada política pública, a partir de uma temática (Ex: Conferência Estadual da Juventude).

Elas resultam na proposição de diretrizes, ações e metas a serem incorporadas na implantação da política pública em questão. Além das propostas formuladas e votadas pelos participantes, cada Conferência pode gerar outros resultados, como moções de apoio e/ou repúdio a determinadas situações.

>>As Conferências possuem algum amparo legal?

A Constituição Federal de 1988 dispõe sobre a garantia de várias políticas públicas e a necessidade da participação popular na gestão delas.

Além da Constituição, existem outros instrumentos legais que expõem a importância da participação, como: planos nacionais e estaduais de políticas públicas, que são instituídos por Decreto, Leis Orgânicas e algumas convenções e tratados, como a Convenção dos Direitos Humanos e Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência.

>>Quando ocorrem as Conferências?

Cada Conferência tem um período próprio de realização (algumas ocorrem de quatro em quatro anos, por exemplo) e é convocada pelo poder executivo – governos estaduais, municipais e federal.

 

Veja Também:

Conferências: Formas de Participação

Temáticas, calendário e etapas

Organização dos debates

Etapas livres e digitais