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8 de Maio de 2015, 14:23 , por Participa.ma - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Por novos brinquedos e livros para as crianças! Novos livros abordam direitos humanos

27 de Setembro de 2016, 3:00, por Andressa Brito Vieira - 0sem comentários ainda

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Mundo no black

 

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A luta da população LGBT por respeito e pela vida

14 de Junho de 2016, 3:00, por Karla Miranda - 0sem comentários ainda

A cada 27 horas um crime contra a comunidade LGBT foi cometido no Brasil em 2015: 52% gays, 37% travestis, 16% lésbicas, 10% bissexuais. Esse levantamento foi realizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) e aponta a preocupante realidade de homofobia no país.

As estatísticas são preocupantes, mas infelizmente são subestimadas. Um dos problemas mais recorrentes apontados pelo movimento LGBT é a negligência dos registros policiais em não associar devidamente o crime contra a população LGBT; também são citadas a ausência de investigação e a consequente impunidade dos agressores e/ou assassinos. Além de combater essa realidade, a comunidade LGBT ainda luta diariamente por acesso às políticas públicas, por respeito e reconhecimento de suas identidades.

No próximo dia 28 de junho, o mundo celebra o Dia Internacional do Orgulho Gay. A data foi instituída em 1969, nos Estados Unidos, quando gays, lésbicas e travestis que frequentavam o bar Stonewall Inn passaram a se manifestar contra os diários abusos policiais sofridos por eles, como agressão e humilhação.

Em 2016, 47 anos depois desse manifesto, a população LGBT ainda luta por voz, espaço e direitos. Diversas Paradas do Orgulho LGBT foram realizadas neste mês e muitas outras ainda acontecerão, demarcando um dos principais espaços de mobilização e participação popular para a efetivação de direitos e a cultura da paz e respeito.

A expressão “Orgulho Gay” contrapõe exatamente a tentativa de relacionar homo, bi e transexualidade como algo errado e vergonhoso. Nesse dia propaga-se a todos e todas que a orientação e identidade sexuais são direitos de todo ser humano.

Não colabore com a homofobia. A homofobia discrimina e mata diariamente.

Link recomendado:

Relatório completo do levantamento do GGB de 2015, que apresenta, entre outros, que o Norte e Nordeste brasileiros lideram a violência contra a população LGBT - link para outro site.



Chocolate: o preço amargo do doce que vem do Trabalho Infantil

10 de Junho de 2016, 3:00, por Elen Mateus - 0sem comentários ainda

O chocolate é um dos doces mais consumidos no mundo. Fonte de energia e de agradável sabor, é produzido em diferentes tamanhos e formatos, sendo quase uma unanimidade entre adultos e mais ainda entre crianças, um dos produtos mais vendidos em datas comemorativas como Páscoa e Dia dos Namorados. Todos esses fatores fazem da indústria do chocolate uma das mais lucrativas, bem sucedidas e milionárias.

Não é à toa que a fascinante produção de chocolates agradou cinéfilos de todo o mundo nas duas versões do filme “A Fantástica Fábrica de Chocolates” (1971; 2005). Entretanto, contrariando o fascínio ficcional da produção de chocolate, a real fabricação do doce esconde um lado nada fantástico. Ao realizar o simples ato de comprar um chocolate de marcas como Hershey, Mars, Nestlé, ADM Cocoa, Godiva, Fowler’s Chocolate e Kraft, provavelmente você estará contribuindo para amargar a vida de dezenas de crianças que trabalham para alimentar o doce lucro dessas grandes corporações.

Com a mundialização do capital e a precarização do trabalho, a mão de obra infantil passou a ser utilizada para baratear ainda mais os custos das produções, negando às crianças o direito de crescimento saudável pela vivência lúdica da infância, fase necessária para formação do indivíduo. O documentário “O Lado Negro do Chocolate” investiga os bastidores da lucrativa indústria do chocolate, mostrando, de um lado, a ostentação da feira de exposição de chocolates na Alemanha e, de outro, a realidade cruel de crianças africanas que, iludidas pela promessa de ganhar dinheiro, são submetidas, muitas vezes com o consentimento da família, ao trabalho pesado e à impossibilidade de frequentar a escola.

A equipe de produção do filme reconstrói o trajeto do tráfico de crianças até os cacauzais da Costa do Marfim, utilizando câmeras escondidas e conversando com vários agentes do processo (traficantes, militantes do combate ao trabalho infantil, autoridades marfinenses, executivos das empresas e as próprias crianças, traficadas e resgatadas).

Neste mês de junho, fica registrada nossa sugestão de documentário para você refletir sobre esse grave problema social, que é lembrado especialmente agora em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil (12/06). O enfrentamento a essa questão social permanece relevante já que dados do Relatório Mundial sobre o Trabalho Infantil (2015) da Organização Internacional do Trabalho (OIT) demonstram que aproximadamente 168 milhões de crianças realizam trabalho infantil em todo mundo nas mais diversas áreas. No Brasil, de acordo com a PNAD (2015), no ano de 2014 eram 554 mil menores entre 5 a 13 anos em situação de trabalho infantil e 62,1% nessa mesma faixa etária realizando trabalho infantil na zona rural. No Maranhão, de acordo com dados do IBGE (2010), existem 1.140.287 crianças de 10 a 17 anos que sofrem esse tipo de exploração e consequente embrutecimento de suas vidas e dignidade.

Direção: Miki Mistrati e U. Roberto Romano

Duração: 46 min.