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Prêmio Magno Cruz consagra iniciativas na defesa dos Direitos Humanos no Maranhão

17 de Dezembro de 2019, 19:55 , por Maxwell Guerra Cunha Santos - 1Um comentário | 1 pessoa seguindo este artigo.
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A cerimônia de entrega do Prêmio Magno Cruz, realizada na última sexta-feira (13), no auditório do Palácio dos Leões, em São Luís, foi um momento de celebração da solidariedade.

A solenidade marcou o encerramento da Semana Estadual dos Direitos Humanos 2019 e visa ao reconhecimento de pessoa física e/ou organização da sociedade civil bem como de instituições estatais que se destacaram com ações de promoção e defesa dos Direitos Humanos no Maranhão.

Criado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), o prêmio celebra a memória de Magno Cruz, ativista maranhense reconhecido nacionalmente pela sua combativa atuação no campo dos direitos humanos e na luta do movimento negro e quilombola.

 

 Vanguarda

Para Lauro Mandela, filho de Magno Cruz, esse tipo de premiação no Maranhão desponta como “movimento vanguarda”, já que, nacionalmente há um forte movimento no Brasil de supressão e enfraquecimento da causa humanitária.

“A premiação é como se fosse um movimento de vanguarda, como se o Maranhão estivesse querendo dizer: não, nós vamos contra isso e vamos dizer agora que, para nós, os direitos humanos estão acima de tudo. Parabéns pela iniciativa de dar apoio a esses projetos sociais; não é todo dia que a gente vê isso”, elogiou.

O secretário de Direitos Humanos e Participação Popular, Francisco Gonçalves, acredita que três características norteiam o significado da premiação: memória ao legado de Magno Cruz, reconhecimento às boas ações praticadas no Estado e de celebração da dignidade humana em tempos de disseminação do ódio.

 

Vencedores

Nesta primeira edição do Prêmio Magno Cruz, foram laureadas iniciativas do poder público e da sociedade civil organizada que se destacaram na defesa dos direitos humanos no Maranhão. CLIQUE AQUI PARA VER A LISTA OFICIAL DOS CLASSIFICADOS - RESULTADO FINAL.

Na categoria Instituições Estatais, o prêmio (registro material) ficou com a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), com o projeto “Novos Caminhos”. Já na categoria Sociedade Civil, com premiações entre R$ 10 e 30 mil, o grande vencedor foi o projeto “Casas Lares”, desenvolvido pelo Instituto Pobres Servos da Divina Providência – Lar Calábria.

Para o diretor operacional das casas lares do Lar Calábria, Irmão Roque, o prêmio é fruto do reconhecimento popular do trabalho desenvolvido pelo Lar Calábria, já que os vencedores do Prêmio Magno Cruz foram escolhidos mediante consulta pública/votação aqui na plataforma PARTICIPA MA.

 

CCN

O Prêmio também garantiu R$ 20 mil ao Centro de Cultura Negra do Maranhão (CCN), pelos seus pelos 40 anos de militância no Estado. Constituído como sociedade civil sem fins lucrativos, o CCN tem como missão o resgate “da identidade étnica cultural e autoestima do povo negro”, combatendo a “intolerância causadas pelo racismo e promovendo os direitos da população negra do Maranhão”.


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